27/07/2016 // Na telona

De olho no Netflix

Você não perde a oportunidade de fazer uma maratona de filmes no Netflix e adora descobrir obras aparentemente escondidas naquele imenso catálogo? Hoje, ajudaremos você a conhecer três filmes que merecem a sua atenção. Prepare a pipoca e anote as nossas sugestões!

What happened, Miss Simone? (2015)

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Se você adora documentários sobre o universo musical, então certamente irá gostar de saber que What happened, Miss Simone? está disponível no Netflix. Dirigido por Liz Garbus, o filme ganha força em virtude da profunda pesquisa sobre a cantora, pianista e ativista americana Nina Simone (1933-2003), uma das artistas mais influentes da História e símbolo da luta dos direitos civis e do movimento negro. Com gravações inéditas, além de diários, cartas, entrevistas e imagens raras, o documentário não deixa de revelar ao público toda a genialidade de Nina e a sua intensa batalha contra o racismo. Para completar, muito jazz, blues e soul inundam a sua tela de emoções. Imperdível (para dizer o mínimo).

Colegas (2012)

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Primeiro filme brasileiro protagonizado por atores com Síndrome de Down, Colegas, do diretor Marcelo Galvão, narra a história de três amigos que fogem de um instituto para seguir os seus sonhos. Com essa atmosfera de road movie, a obra nos apresenta Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola, jovens com uma inegável sede de aventura e completamente apaixonados pelo universo cinematográfico, onde os seus sonhos ganham asas. Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro do Festival de Paulínia (2008) e do Kikito de Melhor Longa Brasileiro no Festival de Gramado (2012), Colegas mostra, acima de tudo, um olhar único a respeito da inclusão social, da luta contra o preconceito e da força que nos leva a seguir nossas próprias trajetórias – mesmo quando o mundo deseja que caminhemos por direções opostas.

Os oito odiados (2015)

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Diálogos instigantes, trilha sonora ousada e cenas de ação para lá de envolventes. A partir dessa descrição, fica fácil adivinhar que estamos falando de um filme de Quentin Tarantino, não é mesmo? Em Os oito odiados, sua oitava produção, o diretor segue a mesma fórmula de sucesso que tanto caracteriza o seu trabalho, mas não deixa de percorrer caminhos novos com a sua câmera e de nos conquistar com um roteiro bem idealizado e repleto de reviravoltas, flashbacks e de muitas doses de suspense. O western, que se passa alguns anos depois da Guerra Civil americana, ainda conta com a épica trilha sonora de Ennio Morricone e com um elenco certeiro. Fãs de Tarantino, celebremos!

Fotos: Reprodução

20/07/2016 // Comportamento

Posso ser o que quiser

As Olimpíadas Rio 2016 estão aí, e a abertura será no dia 5 de agosto. Para quem não sabe, a Caixa e a Karol Conka se uniram para lançar uma música homenageando a lutadora Joice Silva. Você não conhece a trajetória dela?

Joice Silva é a lutadora brasileira que vem nos representando desde o Pan-americano de 2011, em Guadalajara, no México. E não para por aí: em 2012, levou a medalha de prata no Pré-olímpico da Finlândia, e garantiu presença nas Olimpíadas de Londres, na categoria de até 55 kg no estilo livre.

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Nesse ano de Olimpíada, a música faz parte do projeto “Sons da Conquista”, que celebra os atletas brasileiros das Olimpíadas de 2016. Joice Silva, em 2015, levou medalha de ouro na categoria de até 58 kg contra a atleta cubana Yaquelin Stornell. Nós, brasileiros, temos certeza que a Joice vai repetir essa conquista novamente!

A música que a Karol Conka fez para a atleta é pura inspiração. A letra fala sobre força, garra, luta e sonhos. Para nunca desistirmos dos sonhos e de alcançar nossos objetivos.

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Agora vamos conferir o clipe da Karol Conka!

Fotos: Imagens retiradas do clipe ‘Tô na luta’, da Karol Conka. Ilustrações: Valdi Valdi.

15/07/2016 // Comportamento

NO MAKEUP!

“Não quero me esconder”! Essa foi a frase que Alicia Keys falou em uma carta aberta, dizendo que não iria usar mais maquiagem. Algumas mulheres devem enxergar essa atitude dela como “Miga, sua louca”, mas para a cantora isso significa “não buscar a perfeição”. É aquela velha história de julgar a outra (deixa cada uma viver como bem entender!).

Acredito que essa atitude demonstra um ato de “libertação” – fico imaginando o dia a dia dessas atrizes e cantoras. Ok, eu sei que é o trabalho delas, mas deve chegar o momento de BASTA, e creio que foi isso que aconteceu com a Alicia.

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Deixou de lado todo esse “glamour” e começou a viver a vida de outra forma de glamour, o que se chama naturalidade. Ela teve a escolha dela e está feliz por ter escolhido essa opção. Basta, agora, os humanos aceitarem e deixar suas críticas de lado. Para várias mulheres, e me incluo nisso, a maquiagem serve para auxiliar na nossa autoestima. Serve para nos deixar confiantes, bonitas e poderosas. Sou a favor da maquiagem, mas não vou usá-la como uma máscara, me escondendo atrás dela.

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Alicia deve ter se sentido assim por muito tempo, e agora ela escolheu viver uma vida sem padrões e sem make. Vamos viver a vida como a gente quer! Nada de seguir padrões! O seu corpo é seu e você faz o que quiser com ele. O rosto é seu e você decide se vai usar maquiagem ou não! Se permita se aceitar!

Fotos: Pinterest